Mostrar mensagens com a etiqueta laicismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta laicismo. Mostrar todas as mensagens

sábado, 25 de março de 2023

Morreu ontem Tere Agulló, a mulher que fez frente ao fascismo ateísta dos jacobinos socialistas


O autarca de Callosa de Segura (Valência), um jacobino radical socialista (Fran Maciá), anunciou em Janeiro de 2018 que iria destruir a cruz centenária de granito que existia em frente à igreja da referida localidade.

Trata-se de um caso de estaurofobia jacobina e socialista.

Os cidadãos da vila de Callosa de Segura mobilizaram-se e montaram guarda à cruz durante 400 dias, mas por fim, e com a utilização da força bruta do Estado (polícia), a cruz da igreja foi destruída.

Tere Agullo2-web

Tere Agulló (na imagem), cuja casa é contígua à igreja, começou a projectar uma cruz de luz na parede exterior da igreja, a partir de sua casa. É assim que a acção radical dos jacobinos é anulada, utilizando o simbolismo que os novos fascistas ateístas não conseguem controlar senão pela repressão violenta e discricionária que, por enquanto, ainda é proibida por lei na Europa.

Ainda assim, o fascista ateísta Fran Maciá não ficou contente com a projecção de luz da cruz vinda da casa de da D.Tere Agulló; e, por isso, o jacobino fascista começou a multar a senhora por emitir uma projecção de luz da cruz a partir de sua própria casa. As multas chegaram a múltiplos milhares de Euros, e foram pagas com a colaboração do povo da vila.

Esta senhora, valente e heroína, faleceu anteontem.

Tere Agulló1-web

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

A estaurofobia judaica de Èric Zemmour


zemmour laico web

Se Èric Zemmour for eleito presidente da república francesa, diz ele que irá proibir os cristãos franceses (que existem no país desde há mais de dois mil anos) de usar, na via pública, o crucifixo ao pescoço.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

O laicismo do João Miguel Tavares e do Daniel Oliveira

 

do-it-yourself lobotomyImaginemos que existe uma religião que recomenda que o marido dê porrada todos os dias na mulher, e que as meninas recém-nascidas devem sofrer a excisão do clitóris.

Em nome do “laicismo”, o João Miguel Tavares e o Daniel Oliveira pensam que o Estado deve tratar essa religião de uma forma igual à que trata o Catolicismo ou o Budismo, por exemplo.

Quando o João Miguel Tavares critica o jacobinismo do Daniel Oliveira, não se dá conta de que incorre na mesma postura radical laicista dos jacobinos.

E quando o Daniel Oliveira defende a ideia segundo a qual “todas as religiões são iguais e merecem igual tratamento por parte do Estado”, não se dá conta de que é burro.

As religiões não são todas iguais, e o Estado não as tem que tratar de forma igualitária. Tão simples quanto isto.

terça-feira, 3 de maio de 2016

A religião oficial de “intelectuais” como o José Pacheco Pereira ou Isabel Moreira

 

Quando chegamos à conclusão de que a “democracia está cansada”, (“nós”, os que pensam como eu), não o fazemos com gáudio ou prazer. Fazemo-lo com tristeza. É triste constatar que a democracia está exausta.

A principal causa da exaustão da democracia é a ideia laicista segundo a qual o Direito Positivo substitui a ética: acredita-se que se os valores da ética forem sujeitos a regulação jurídica, então tudo é regulável.

Ou seja, na democracia cansada, a lei pretende substituir a ética. Mas, sendo que os valores da ética só se impõem através do sacrifício do interesse próprio, esses valores impõem-se por intermédio da religião; mas, na democracia cansada, a religião foi afastada da praça pública pelo Poder político; a democracia cansada acredita que a lei substitui a religião.

A democracia cansada acredita que a vigilância da polícia tem o mesmo efeito prático do sacrifício do interesse próprio que os valores da ética impõem. Segundo a democracia cansada, basta que se regule por lei, por exemplo, a eutanásia ou as "barriga de aluguer", para que a eutanásia e a "barriga de aluguer" se tornem eticamente legítimas. É como se os valores da ética se esfumassem e fossem substituídos por uma norma policial.

No caso da eutanásia, a democracia cansada acredita que, regulando-a por lei, se evitam assassinatos. Sendo que os valores da ética são eliminados e substituídos pelo Direito Positivo (por normas policiais), os democratas cansados acreditam que é possível regular a eutanásia de modo a evitar homicídios. E quando esses homicídios não são evitáveis, os democratas cansados dizem que se tratam de “danos colaterais”. O assassínio passa a ser um dano colateral, em nome do sacrifício radical da ética e da sua submissão ao império do Direito Positivo.

No caso das "barriga de aluguer", a democracia cansada fractura a maternidade em três partes: biológica, gestacional e social.

Tal como uma prostituta é reduzida ao sexo, a mãe da "barriga de aluguer" é reduzida aos seus atributos físicos e à capacidade de ter filhos. E a criança fruto da "barriga de aluguer" é reduzida a um objecto que se compra e se vende. E a democracia cansada acredita que, através da regulação do Direito Positivo, a transformação da mulher e da criança em objectos são perfeitamente legítimos por via da norma legal, e por isso, os valores da ética se tornaram obsoletos e anti-modernos. A ética passou a ser um fenómeno anacrónico.

Mas são os mesmos que defendem o anacronismo da ética que pretendem regular os offshores através do Direito Positivo.

Pensam que através da repressão policial o mundo se tornará perfeito; e que a ética não é necessária para nada, e a religião também não. A nova religião da democracia cansada é o Direito Positivo, e a nova Bíblia é o Código Penal. Esta é a religião oficial de “intelectuais” como o José Pacheco Pereira ou Isabel Moreira.

A democracia cansada está doente. Ou acabamos com ela, ou ela acaba connosco.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Paulo Rangel faz uma confusão entre Estado, por um lado, e política, por outro lado

 

A leitura deste artigo do Pedro Arroja levou-me a este artigo no jornal Púbico:

“Ao PÚBLICO, Paulo Rangel explica as razões que o levaram a escrever este ensaio, que procura demonstrar que a separação entre a religião e a política tem a sua origem no Cristianismo”.

Paulo Rangel, Jesus Cristo e a política

Parece-me que o Rangel confunde Estado e política.

De facto, o Cristianismo separou a religião e o Estado, mas Jesus Cristo nunca separou a política e a religião. Quando Jesus Cristo diz que “dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”, “César” simbolizava o Estado imperial romano; e aqui, Jesus Cristo marca uma linha divisória entre o Estado e a religião.

Por outro lado, Paulo Rangel não considera as ideologias políticas como formas modernas de religiosidade (as “religiões políticas imanentes”, segundo a terminologia de Eric Voegelin).

Separar a política e a religião — seja esta qual for — é uma impossibilidade objectiva.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Só quando a vítima é muçulmana, o laicismo é odioso

 

alunas-islamicas-webO jornal Púbico, através de uma tal Sofia Lorena, manifesta o seu escândalo acerca da lei francesa do laicismo de 2004: uma jovem muçulmana foi proibida, por duas vezes, de entrar na escola com uma saia comprida, sendo que a saia até aos pés é um símbolo religioso do recato muçulmano. A lei laicista francesa exige que as moças se manifestem como putas, com as saias pelo cu.

Porém, convém dizer que a dita lei de 2004 proíbe também o uso de crucifixos cristãos.

Mas nunca vimos o jornal Púbico e a tal Sofia Lorena a referir-se à proibição de entrada de alunos nas escolas francesas com crucifixos ao peito: pelo contrário, tudo o que seja anti-cristão é bem-vindo pelo jornal Púbico e pelo patrão Belmiro de Azevedo. É típico do politicamente correcto nos me®dia portugueses vitimizar os muçulmanos e fazer vista grossa em relação à perseguição política em relação aos cristãos.

Aliás, Marine Le Pen subscreveria a lei francesa do laicismo de 2004. Não há partido político mais laico em França do que a Front Nationale de Marine Le Pen.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

O anti-semitismo islamista aumenta em França

 

Quando dizem, os me®dia portugueses,  que o anti-semitismo em França vem da Front Nationale de Marine Le Pen, os factos no terreno desmentem essa afirmação, embora seja um facto que muita gente da esquerda radical vota Front Nationale.

Mas o anti-semitismo em França vem dos milhões de imigrantes muçulmanos; e não nos podemos esquecer que o Islão foi um bom aliado de Hitler.

Um jornalista francês usou um kippah e passeou-se durante dez horas pelas ruas de Paris.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Marine Le Pen e o laicismo

 

A diferença essencial entre Marine Le Pen (e o PNR português), por um lado, e François Hollande, por outro lado, é a de que a primeira é nacionalista, ao passo que o segundo é internacionalista. Em tudo o resto não há grande diferença.

Um homem da Direita propriamente dita não pode aceitar que o Estado se meta na acção das organizações e instituições da sociedade civil em geral, e das religiões em particular. Se eu fosse francês, Marine Le Pen não teria o meu voto.