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domingo, 12 de outubro de 2025

¿Por que há tantos generais cripto-comunistas e russófilos nas Forças Armadas Portuguesas?

Hoje ouvi o major-general Carlos Blanco dizer na televisão que a venezuelana Corina Machado ganhou o Nobel da Paz porque é “trumpista”; e que a democracia de Nicolas Maduro, vigente na Venezuela, é tão legítima como a democracia nos Estados Unidos.

O generalato português está pejado de comunistas; é tempo de fazer uma limpeza radical, sem dó nem piedade.

carlos blanco  comuna web

terça-feira, 7 de outubro de 2025

O Lumpemproletariado é a nova classe revolucionária

cigano dscurso de odio web

O Partido Socialista, o Bloco de Esquerda, o LIVRE e o Partido Comunista, ao contrário do que defendeu Karl Marx, consideram que o Lumpemproletariado é a nova classe revolucionária.

Esta é uma das razões por que a Esquerda escancarara as fronteiras à imigração ilegal: trata-se da importação em massa de um novo Lumpemproletariado “revolucionário” que mata polícias e reclama direitos excepcionais ao Estado.

sábado, 23 de abril de 2022

O blogue “Estátua de Sal” e os textos de José Pacheco Pereira


O blogue “Estátua de Sal” publica sistematicamente os textos “me®diáticos” de José Pacheco Pereira; mas fez vista grossa em relação a este texto, porque não cumpre os requisitos obrigatórios da narrativa cripto-comunista ortodoxa.


Quem legitima e favorece o PCP com o seu discurso contorcido sobre a guerra? Os russos. Façam-nos justiça de perceber que nós percebemos.

Nem a Polónia, em 1939, nem a Ucrânia, em 2022, eram democracias perfeitas, mas havia um agressor e um agredido.

O PCP, para além de se ter perdido a si mesmo, acabou por fazer, nas suas palavras, o maior frete possível ao ‘patronato’.

Falar em guerra sem nomear o agredido e o agressor, e tirar daí consequências, é colocar-se do lado do agressor. Quem beneficia na apresentação neutral da “guerra”? O agressor.

Quem beneficia numa defesa da “paz” que trata os beligerantes como iguais? O agressor.

Quem fala em detalhe dos males de “uns” (os ucranianos) e genericamente e sem pormenores dos males dos “outros” (os russos) não está do lado da “paz”, mas da guerra. Quem justifica, legitima, favorece, protege o PCP com o seu discurso contorcido sobre a guerra? Os russos. Toda a gente percebe, a começar por muitos eleitores, simpatizantes e militantes do PCP, por isso é que esta situação é devastadora para o PCP. Façam-nos justiça de perceber que nós percebemos.”

José Pacheco Pereira (ler aqui em PDF)

quarta-feira, 22 de setembro de 2021

O Partido Comunista cada vez mais se parece com o Bloco de Esquerda


Vemos, na imagem abaixo, o candidato do Partido Comunista à Câmara Municipal de Lisboa, João Ferreira — na companhia de um transgénero que dá pelo nome de @RainhaPuta.

Não tarda nada, o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda formam um único partido.

rainhaputa-joao ferreira-web


H/T: JPA

terça-feira, 9 de julho de 2019

Devemos generalizar para melhor compreender


O politicamente correcto (a Esquerda, mesmo que seja a “Direitinha”) defende a ideia segundo a qual “não devemos generalizar” (nominalismo radical) — excepto quando se trata da promoção pública de ataques ad Hominem contra quem não alinha com a distopia neomarxista.

Ora, a não-generalização é própria de uma mente acientífica (ou mesmo anticientífica), porque a ciências naturais baseiam-se na indução que é, por sua própria natureza, generalizante.


fatima-bonifacio-webTenho discordado fundamentalmente da Fátima Bonifácio — por exemplo, quando ela escreveu que “é uma condição muito solitária, a do liberal deixado frente a frente com as suas dúvidas e angústias, sem poder refugiar-se na invocação de uma Autoridade, divina ou terrena, apenas entregue à racionalidade dos seus argumentos.”

Ou quando a Fátima Bonifácio não se deu conta de que o liberalismo não poderia levar a outro lado senão à construção de um Estado plenipotenciário (por favor ler o livro “¿Por que falhou o liberalismo?”, de Patrick Deneen), como aliás já tinha sido previsto por Carl Schmitt, ou anteriormente por Alexis de Tocqueville na “Democracia na América”).

Porém, desta vez não discordo fundamentalmente da Fátima Bonifácio — porque ela descreve factos (um facto é um dado da experiência com o qual o pensamento pode contar). Através da indução  (que é também característica da intuição acerca dos factos) que generaliza, podemos chegar à mesma conclusão a que chegou a Fátima Bonifácio neste texto.


O “problema” da actual Esquerda (de que faz parte o Partido Socialista de António Costa, e também o PSD de Rui Rio) é complexo: desde logo, 1/ o Partido Comunista, o Bloco de Esquerda, o Partido Socialista e o PSD do Rui Rio participam afanosamente no fenómeno do Imbecil Colectivo português.

Quanto mais imbecil é o colectivo político, mais progressista este se torna.

Depois, 2/ a utopia modernista e esquerdista é uma manifestação actualizada do Romantismo do século XVIII e XIX na cultura contemporânea — o mesmo Romantismo que nasceu com Rousseau no século XVIII e que, já no fim do século XIX, evoluiu para o Niilismo de Schopenhauer, de Byron ou de Nietzsche.

O romantismo é (hoje, como foi no século XIX) a revolta contra os padrões éticos e estéticos tradicionais na Europa, por intermédio da valorização exacerbada da emoção e da desvalorização da razão (o romantismo é feminista). Mas é uma revolta que não nos oferece uma alternativa credível (é a utopia negativa).

Para a Esquerda utópica e romântica, o erro (do indivíduo) nunca é considerado do (seu/dele) foro psicológico, mas antes é atribuído a um qualquer padrão social de valores que (alegadamente) está errado.

Por isso é que, segundo a Esquerda, “a sociedade e a respectiva mentalidade/cultura antropológica podem ser mudadas por decreto” (conforme escreve a Fátima Bonifácio): para a Esquerda, os achaques ou insucessos dos indivíduos (neste caso, os das minorias étnicas) podem ser resolvidos através da mudança por decreto do padrão social de valores em vigor na sociedade em geral: ou seja, a psicologia do indivíduo não conta para nada, a genética não conta também, e a História e a cultura antropológica de origem também não. Tudo se resume ao meio-ambiente.

O romantismo esquerdista é anti-civilização.

O hábito de renunciar aos desejos e satisfações imediatistas (o “carpe Diem” do esquerdopata) — tendo em vista a realização de necessidades futuras — é considerado penoso (pelo esquerdopata romântico); por exemplo, o anti-capitalismo do esquerdista baseia-se na negação do sacrifício de quem prefere “semear hoje para colher amanhã”: quando as paixões do esquerdopata romântico despertam, as restrições prudentes do comportamento social tornam-se insuportáveis.


O problema da integração das minorias étnicas e culturais na sociedade só se revolve através da valorização sistemática da cultura antropológica (portuguesa) tradicional e de origem — que é exactamente o que a Esquerda (portuguesa e ocidental) não quer fazer, porque reconhecer o valor da cultura antropológica tradicional portuguesa é reconhecer a importância do Cristianismo na cultura antropológica e na História europeias.

Ora, é esse legado histórico cristão (que esteve na origem cultural do próprio capitalismo e da ciência) que a Esquerda pretende destruir com toda a violência possível (na esteira do que foi defendido por Gramsci, entre outros).

Por fim, não concordo com a Fátima Bonifácio sobre as quotas para as mulheres. Por exemplo, a Margaret Thatcher não precisou de quotas.

A igualdade não se aplica na realidade concreta; mas o esquerdopata corta as cabeças dos indivíduos em nome da “igualdade” — porque é a cabeça de cada um que faz a desigualdade. O bom esquerdopata que se preze faz da decapitação pública o ritual da missa esquerdista.

terça-feira, 17 de julho de 2018

João Semedo não faz falta ao país

 

Poderá fazer falta aos amigos dele; mas não faz falta nem à política nem ao país.

Um indivíduo que, na política, defendeu a legalização e liberalização do aborto, e a legalização da eutanásia, não faz cá falta nenhuma.

Foi-se em boa hora, embora pudesse ter ido mais cedo; e mais: para quem defendeu o aborto, talvez tivesse sido bom para toda a sociedade que a mãe dele o tivesse abortado.

Que a terra lhe pese como chumbo!

quarta-feira, 16 de maio de 2018

A lei esquerdista da eutanásia tem pouco a ver com a liberdade individual (que é instrumental)

 

Para Raymond Aron, a única liberdade fundamental é a “de não ser impedido de” (fazer alguma coisa); trata-se da liberdade negativa.

As outras liberdades são de facto “direitos-capacidades” ou “direitos-crenças” (o direito a um emprego, ou o direito ao ensino oficial do Estado, por exemplo) que podemos ou devemos exigir, mas que devemos esperar que o Estado nos dê (“Ensaio Sobre a Liberdade”).

O facto de alguém não querer ser impedido de exigir que alguém o mate (eutanásia), pode colidir com a vontade de um médico que não quer matar ninguém e que apenas o faria para poder manter o seu meio de subsistência (o seu emprego). Portanto, a liberdade negativa, se apenas entendida em si mesma, não pode justificar todos os desejos, e tão pouco justifica a legalização da eutanásia.

Quando a Esquerda pretende legalizar a eutanásia, não pretende dar mais liberdade ao indivíduo: pelo contrário!, a Esquerda pretende dar mais poder ao Estado — o que significa que a liberdade individual sairá (paradoxalmente) de facto diminuída de todo este processo. Por exemplo, quando os profissionais de saúde são obrigados a matar para cumprir o desejo de uma putativa liberdade negativa de um doente, quem sai vencedor, aqui, é o Estado que obriga (coerção social).

A liberdade negativa do doente que exige a eutanásia é apenas um instrumento de reforço do poder do Estado através da lei.

Para a Esquerda, a liberdade consiste no Poder de legislar, ou seja, no Poder de controlar o Estado.

Esta é a “liberdade” segundo a Esquerda. E este desejo esquerdista de controlo do Estado é mais forte do que todas as liberdades juntas de todos os outros indivíduos que compõem a sociedade. Para a Esquerda, o controlo e reforço do Poder do Estado é uma questão de vida ou de morte: o que está em causa é a própria identidade da Esquerda que apenas se revê no reforço sistemático do Poder do Estado. E o corolário desse processo político de constante reforço do Poder do Estado é a realização do Estado Totalitário.


eutanasia-velhariasO Adolfo Mesquita Nunes escreve aqui um artigo que, de certo modo, corrobora a ideia segundo a qual a legalização da eutanásia em Portugal não tem nada a ver com o libertarismo (ou “liberalismo”), mas antes tem a ver com o reforço — quase discricionário, no futuro que se prevê — do poder do Estado.

Quando se escreve que “mesmo os mais fervorosos adeptos públicos da eutanásia consideram que ela tem de ser limitada”, do que se trata (com essa “fervorosa” Esquerda) é a defesa da reserva do direito progressivo do Estado à definição das condições de vida e/ou de morte.

(Era agora o que faltava que cada um tivesse total liberdade para se suicidar com assistência médica! Se assim acontecesse, o Estado ficaria mais fraco, como é evidente. O político moderno restringe o acesso ao suicídio muito menos por razões morais ou religiosas, como acontecia na Idade Média, e muito mais por “razões de Estado”).

Segundo Durkheim (“Regras do Método Sociológico”), o critério primordial de definição de “facto social” é a coerção que é sinal de uma força transcendente relativamente aos indivíduos, que se lhes impõe e determina as suas maneiras de ser. Quanto mais uma determinada prática se mostra regular, mais razoável será supôr que a coerção social donde procede (essa prática) é forte (a do Estado, neste caso).

“É a constituição moral da sociedade que fixa, em cada momento, o contingente dos mortos voluntários” (Durkheim, “O Suicídio”); ou seja, aquilo que é considerado patológico (o suicídio) do ponto de vista individual, deixa de o ser logo que adopta o ponto de vista de grupo (colectivo).

Os gurus da Esquerda conhecem bem a visão de Durkheim: mas viraram-na de pernas para o ar: por exemplo, sabendo que (segundo Durkheim) a “solidariedade social” é um fenómeno inteiramente moral, que não se presta à observação exacta nem à medição — a Esquerda transforma o Estado no Ente que define a moral que, por sua vez delimita o conceito de “solidariedade social” através das leis que ela própria promulga.

Assim, o conceito de “solidariedade social” (a ser constantemente redefinido pela Esquerda, ao sabor do reforço crescente do poder de coerção social exercida pelo Estado) pode ser algo completamente diferente do que é hoje, e em um futuro muito próximo — uma vez que é o próprio Estado (controlado pelas luminárias da Esquerda) que define a moral (através do Direito Positivo) por que se pauta o conceito de “solidariedade social”. E o actual e radical divórcio entre o Direito Positivo, por um lado, e o Direito Natural, por outro lado, apenas reforça o poder discricionário da elite de gnósticos esquerdistas que controla o Estado.

“Um acto é criminoso quando ofende estados fortes e definidos da consciência colectiva (Durkheim). Ou seja, se o colectivo for anestesiado e deixar de considerar o suicídio como um crime, ou mesmo como um defeito moral — caberá então ao Estado definir os “critérios da liberdade do indivíduo” de se suicidar, e em função de interesses de conjuntura definidos pela elite gnóstica esquerdista.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

O discurso bovino do Anselmo Borges

 

O Anselmo Borges foi o primeiro sacerdote “católico” português (senão mesmo o único, até hoje) a defender publicamente a legalização do aborto; e agora vem perorar os seus putativos problemas de consciência em relação à legalização da eutanásia.

É desta massa (para não dizer outra coisa) que é feita docência universitária portuguesa.

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A legalização da eutanásia é essencial para a nova agenda política totalitária da Esquerda, porque o controlo político sobre a vida e sobre a morte do cidadão é o objectivo estratégico do novo tipo de totalitarismo que se desenha. E o Anselmo Borges, ao sancionar positivamente a legalização do aborto, faz parte desse novo projecto político totalitário.

Veja-se, por exemplo, o caso recente do bebé Alfie Evans que se encontra em um hospital inglês: o Estado — representado pelos juízes — não o deixa sair de Inglaterra, não obstante a Itália lhe ter concedido já a cidadania italiana, e de este país se oferecer para transportar o bebé gratuitamente para um hospital em Roma. Não só o Estado britânico não deixa o bebé sair do hospital e do país, mas também a polícia britânica ameaça perseguir politicamente os cidadãos ingleses que defendam a saída do Alfie de Inglaterra.

Estamos perante a construção política de um novo tipo de fascismo — a que eu chamei, já há alguns anos, de “sinificação” — que surge precisamente do conluio entre a Esquerda local (marxista ou marxizante), por um lado, e a plutocracia internacional, por outro lado.

É neste contexto que devemos compreender a acção política de George Soros, entre outros bilionários e plutocratas. É na construção deste novo tipo de fascismo que participam principalmente o Partido Socialista e o Bloco de Esquerda (e em menor escala o Partido Comunista, mas também o Partido Social Democrata, porque estes dois partidos não se demarcam claramente dessa estratégia).

A génese evolucionária do novo fascismo é a gradual e inexorável erosão do respeito pela irrepetibilidade de cada vida humana — e o Anselmo Borges é parte responsável por essa erosão. As sociedades laicistas da Europa (a Inglaterra, por exemplo) rejeitam hoje as linhas mestras do comportamento e da moral conforme os ensinamentos judeo-cristãos.

Para o Estado britânico, representado neste caso pelos juízes, o poder sobre a vida e morte do pequeno Alfie é estratégica- e politicamente essencial. A recusa de deixar sair o bebé do hospital e do país não é uma simples birra de um qualquer juiz: faz parte de uma estratégia política tendencialmente fascizante controlada pela Esquerda.

G. K. Chesterton escreveu que “a função da Esquerda é fazer asneiras; e a função da Direita é impedir que essas asneiras sejam corrigidas”.

É o que se passa em quase todos os países da Europa: quem controla o processo de sinificação da sociedade é a Esquerda aliada à plutocracia internacional (“uma mão lava a outra”, diz o povo), e a Direita é apenas uma “direitinha” dialéctica e bem comportada que tem como função validar a acção nociva e fascizante da Esquerda. E, segundo o idiota Marcelo Rebelo de Sousa, quem tem dois dedos de testa e não se enquadra nem na Esquerda e nem nessa “direitinha”, é “populista”; e a Catarina Martins diz que é “fassista”.

A legalização da eutanásia em Portugal faz parte deste processo político gradativo de instalação de um novo tipo de totalitarismo que passa pela insensibilização moral do povo através de uma massiva estimulação contraditória (por exemplo, quando se utilizam eufemismos que transformam um mal moral em um bem) que conduzem a uma dissonância cognitiva geral e colectiva.

sábado, 21 de abril de 2018

Com o actual regime político, Portugal não tem qualquer hipótese de existência futura

 

Eu penso hoje que Portugal é um país que não tem qualquer hipótese de existência futura.

Dou um exemplo da inviabilidade portuguesa: a Esquerda (que inclui o Partido Social Democrata) fez a promoção do aborto “gratuito” (andam todos os portugueses a pagar “cambalhotas” irresponsáveis) e dos contraceptivos em massa, o que levou a uma taxa de fertilidade de 1,53 bebés por mulher que é inferior à taxa de reposição populacional (2,1 crianças por mulher).

Ou seja, a Esquerda, em vez de apoiar a maternidade, promoveu o aborto e a contracepção massivos e “gratuitos” (pagos pelo Estado que somos todos nós).

É claro que as políticas de Esquerda levaram Portugal a um inverno demográfico. Para resolver o problema, ¿o que faz agora a Esquerda? Em termos práticos, acaba com a nacionalidade portuguesa!

Nacionalidade automática para filhos de imigrantes há dois anos em Portugal

Esquerda e PAN aprovam alterações. Os centristas votaram contra e o PSD absteve-se. Nacionalidade pela ascendência introduzida por projecto do PS.

Vendo a porcaria que fizeram em matéria demográfica, os esquerdistas (incluindo o Partido Social Democrata) tentam agora que qualquer imigrante seja “português automático” : bastam dois anos de residência em Portugal para que uma criança imigrante (não nascida em Portugal) obtenha a nacionalidade portuguesa.

Ou seja: a nacionalidade portuguesa está em saldo; vale praticamente nada!

Um dia destes a Esquerda vai oferecer grátis a nacionalidade portuguesa, sem necessidade de qualquer tempo de permanência em Portugal. E como tudo o que é grátis (ou quase grátis), perde o seu valor.

Este regime político está a destruir Portugal, por um lado, e a substituir a sua população, por outro lado; por isso temos o dever de acabar (literalmente) com as elites temos.

(via)

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

A manifestação de Puro Poder do Bloco de Esquerda, e o transgenderismo aos 16 anos

 

Os dirigentes do Bloco de Esquerda sabem bem que a disforia de género é uma anomalia do foro psiquiátrico.

Então, ¿por que razão pretendem eles (os do Bloco de Esquerda) que crianças de 16 anos possam ser sujeitas a operações cirúrgicas e hormonais de transgenderismo, não só contra a vontade dos pais mas também mandando os progenitores para tribunal?

trans-web

transgenero-webA agenda política do Bloco de Esquerda é monstruosa; mas uma grande parte dos portugueses ainda não se apercebeu disso. Chegará o dia em que o povo ajustará contas com os dirigentes do Bloco de Esquerda, e não será bonito de ver esse ajuste de contas. O Bloco de Esquerda passou das marcas.


Segundo uma tese de Paul Gottfried, a esquerda radical (ou seja, o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista e o Partido Socialista de António Costa) funciona em uma lógica semelhante à dos puritanos no tempo de Cromwell: na tentativa de elevar o seu estatuto moral, os esquerdistas adoptam os mais radicais sinais de igualitarismo, e entram em competição uns com os outros no sentido de se saber quem defende mais a “igualdade”. Trata-se de uma espécie de religião cujo sistema entra em uma escalada em espiral, para se ver quem consegue ser mais radical e mais irracional na expressão de ideias igualitárias.

Por outro lado, e segundo Richard M. Weaver, a posição radical da Esquerda em relação ao transgenderismo está relacionada com a “Propaganda Tipo 1” (“In Defense of Tradition”): os alvos da “Propaganda Tipo 1” não são os esquerdistas leais, mas antes são os indivíduos da Não-Esquerda que possam ser capazes de balançar a favor ou contra a elite esquerdista (neste caso, a elite do Bloco de Esquerda). A “Propaganda Tipo 1” é dirigida aos cidadãos politicamente ambivalentes.

¿Qual é a característica principal da “ Propaganda Tipo 1”?

Se os transgéneros são aceites ou não pelo povo, é irrelevante para o Bloco de Esquerda e para os radicais adjacentes (incluindo o António Costa) que apenas pretendem o Poder sobre as franjas ambivalentes da Não-Esquerda.

Segundo Richard Weaver (e eu concordo com ele, porque já vivi uma experiência marxista em Moçambique de Samora Machel, e sei do que falo), a Propaganda Tipo 1 é a “Grande Mentira” (Big Lie) — por exemplo, entre outras, as grande mentiras da URSS e de “1984” de George Orwell.

A natureza intrínseca da Grande Mentira é a de que a mentira é tão grande e tão óbvia, que ninguém acredita nela!; mas a Grande Mentira é criada para verificar empiricamente quem é leal ao movimento político, e quem não é leal.

A Grande Mentira é uma forma de tortura psicológica destinada a degradar, humilhar e diminuir a auto-estima dos membros da oposição política: é a expressão de Puro Poder Político (no sentido de Acto Gratuito), em que o Bloco de Esquerda (e quem apoia a lei do Bloco de Esquerda) força a vítima (o cidadão português, em geral) a repetir a doutrina ou a tese que toda a gente sabe que não é verdadeira: a tese do Bloco de Esquerda segundo a qual não existe distinção de sexo biológico.

Para a classe dirigente do Bloco de Esquerda, não há nenhum ganho político senão o de derrotar e quebrar o inimigo (o povo português, em geral, é o inimigo do Bloco de Esquerda) do ponto de vista psicológico. Não existe qualquer intenção, por parte do Bloco de Esquerda, de que a Grande Mentira tenha qualquer efeito fora da câmara de tortura. Se os transgéneros são aceites ou não pelo povo, é irrelevante para o Bloco de Esquerda e para os radicais adjacentes (incluindo o António Costa) que apenas pretendem o Poder sobre as franjas ambivalentes da Não-Esquerda.

Este tipo de tortura psicológica não pretende que o povo deixe de distinguir a diferença entre sexos; serve apenas para demonstrar ao povo que este é impotente, e que todas as palavras e acções são ditadas e controladas pelos radicais de Esquerda no Poder.

Theodore Dalrymple fez o resumo da tese de Weaver :

O politicamente correcto é propaganda comunista em pequena escala. Nos meus estudos acerca das sociedades comunistas, cheguei à conclusão que o propósito da propaganda comunista não era o de persuadir ou convencer, nem sequer informar, mas era o de humilhar; e, por isso, quanto menos ela (a propaganda) corresponder à realidade, melhor serve o seu propósito de humilhar.

Quando uma pessoa é obrigada permanecer em silêncio quando lhe dizem as mentiras mais óbvias e evidentes, ou ainda pior quando ela própria é obrigada a repetir as mentiras que lhe dizem, ela perde, de uma vez por todas, o seu senso de probidade.

O assentimento de uma pessoa em relação a mentiras óbvias significa cooperar com o mal e, em pequeno grau, essa pessoa personifica o próprio mal. A sua capacidade de resistir a qualquer situação fica, por isso, corrompida, e mesmo destruída. Uma sociedade de mentirosos emasculados é fácil de controlar. Penso que se analisarem o politicamente correcto, este tem o mesmo efeito e propósito.”

sábado, 16 de setembro de 2017

A lógica do Comité de Bairro marxista-leninista

 

“É aquilo em que os portugueses estão transformados, Isto agora anunciado

Condomínios obrigados a comunicar ao Estado os grandes proprietários Nos prédios de elevado valor onde haja um proprietário a deter mais de metade da permilagem, os beneficiários efectivos dos imóveis vão ter de ser identificados e comunicados ao Instituto do Registos e Notariado. O processo fica a cargo do condomínio.

é um exercício arbitrário e demagogo do poder. O Estado sabe perfeitamente quem detém o quê em cada edifício. A Autoridade Tributária e o Registo Predial detêm toda essa e muito mais informação sobre os edifícios e seus proprietários”.

Helena Matos

Quem viveu em um país com governo marxista conhece a dinâmica do Comité de Bairro do Partido Único — no actual caso português, o partido único pretende ser a geringonça, ou vice-versa.

A função do Comité de Bairro é a de controlar o bairro, “cuscar” tudo o que se passa no bairro e delatar os prováveis infractores e prevaricadores.

Eu era miúdo quando vivi em Moçambique no tempo de Samora Machel, quando existiam os Comités de Bairro maoístas. A lógica do Comité de Bairro é a de ajudar a criar um Estado policial, em que o cidadão anónimo se transforma em um “bufo” e delator, e em que há uns que são inimigos do povo (os reaccionários), e outros que são os amigos do povo (os revolucionários).

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Proibir! Proibir! Proibir!

 

Entrou o governo radical de Esquerda comandado por El Comandante António Costa, e começaram as proibições. Proíbem-se livros escolares, proíbem-se métodos e critérios de admissão de trabalhadores por parte de empresas, proíbem-se jogos de futebol, etc..

Este governo radical é proibitivo. Não há cu que os aguente. Já não se respira liberdade em Portugal.

os-malandros-web

terça-feira, 18 de julho de 2017

¿ André Ventura mentiu ? Ou a mulher é estúpida!

 

« Em entrevista ao jornal i, André Ventura afirmava que há pessoas que "vivem quase exclusivamente de subsídios do Estado" e que acham "que estão acima das regras do Estado de direito", considerando que tal acontece particularmente com a etnia cigana. »

CDS rompe coligação e deixa cair André Ventura

Das duas, uma: ou o André Ventura não tem razão, ou tem razão. Não há aqui meio-termo. Se o André Ventura tem razão, então segue-se que, em Portugal, dizer a verdade pode ser  uma forma de manifestação xenófoba; e, portanto, para não se ser xenófobo, somos todos obrigados a mentir.

so-existe-esquerda-web

Vemos, na imagem acima, a total coincidência ideológica entre o Pedro Marques Lopes, que se diz do Partido Social Democrata, e do Bernardino Soares, do Partido Comunista. E agora temos o CDS/PP da Assunção Cristas a alinhar com o Partido Comunista e com o Bloco de Esquerda:

“O CDS-PP decidiu esta terça-feira romper a coligação com os sociais-democratas em Loures, depois da polémica levantada pelas declarações de André Ventura, candidato à Câmara Municipal de Loures, sobre a comunidade cigana.”

ibidem

O CDS/PP de Assunção Cristas é um partido descaracterizado.

Votar no CDS/PP de Assunção Cristas ou no Partido Socialista de António Costa é praticamente a mesma coisa. Por isso mais vale votar no original que é o Partido Socialista — porque o CDS/PP de Assunção Cristas pretende ser uma cópia de papel carbono do Partido Socialista.

Quando o CDS/PP for reduzido ao “partido do táxi”, talvez os militantes desse partido caiam na realidade e verifiquem o enorme erro que foi a eleição de Assunção Cristas para a direcção do partido.


Nós todos, portugueses, queremos a comunidade cigana integrada na sociedade.

Não queremos tratar os ciganos portugueses como o Obama e a Esquerda americana trataram os pretos americanos, com um paternalismo que destruiu a comunidade e os seus indivíduos. Depois de 8 anos de Obama, 70% das crianças negras americanas nascem de mães solteiras que são subsidiadas pelo Estado, e a instituição familiar dos negros americanos foi destruída pelo consulado de Obama e pela Esquerda.

A Esquerda portuguesa, que inclui a Assunção Cristas, pretende que a comunidade cigana não mude de atitude perante a vida e perante a sociedade — porque a Esquerda alimenta-se das deficiências e das carências materiais e morais dos povos: quanto mais miserável é o povo do ponto de vista material e moral, mais força tem a Esquerda.

A contradição da Esquerda verifica-se na atitude incongruente e patética da Assunção Cristas — por exemplo, quando se diz “feminista” e defende quotas para mulherio em tudo o que for possível, ao mesmo tempo que vai fazer visitas a mesquitas sabendo que a mulher muçulmana é tratada abaixo de cão.

A única forma de caracterizar Assunção Cristas é a seguinte: a mulher é francamente estúpida.

terça-feira, 11 de julho de 2017

O efeito “Bloco de Esquerda” e do Partido Comunista na “venezuelização” de Portugal

 

Eu pensei que fosse uma anedota do “Pauduro”, da Venezuela; mas não é.

pauduro-de-portugal-web

Em princípio, o dinheiro que ganhamos já foi sujeito a impostos; e por isso não faz sentido que o meu dinheiro, do qual já foi subtraída a tributação legal, não possa ser integralmente doado por mim, a meu bel-prazer e a quem eu quiser.

O que o Estado está fazer, neste caso, é dupla tributação.

É preciso tirar o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista da esfera do Poder, nem que seja através de um golpe-de-estado.

segunda-feira, 13 de março de 2017

A estória do sapo que não se dá conta do PREC [Processo Revolucionário em Curso]

 

“Aquilo que Portugal está a viver não é um PREC mas sim a destruição do centro.” → Helena Matos


Vamos tentar analisar em poucas palavras este texto da Helena Matos.

A História não se repete; mas há padrões históricos que se repetem (os ciclos históricos) → “a velhice do eterno novo”, como escreveu Fernando Pessoa. Em um certo sentido, o “novo é velho”.

Em 1975, o PREC [Processo Revolucionário em Curso] foi uma tentativa de destruição do centro — só que foi uma tentativa apoiada em uma parte das Forças Armadas e no agit-prop de rua à moda do José Pacheco Pereira.


Em primeiro lugar, temos que saber o que significa “centro”. O “centro político” é sempre uma posição relativa, por um lado, e por outro lado é uma posição referencial — é uma referência que não tem uma correspondência exacta na realidade política. O “centro”, em 1975, não é o mesmo “centro” em 2017.


sapo_cozidoOs marxistas (incluindo uma parte do Partido Socialista) aprenderam com o fracasso do PREC [Processo Revolucionário em Curso] de 1975, e com a queda do muro de Berlim.

A haver uma intervenção militar marxista (que ocorreu em 1975, a 11 de Março), esta ocorrerá desta vez em um último estágio do “processo” de tomada do Poder: em vez da intervenção das Forças Armadas “à cabeça” (inicial), a tropa fechará o “processo” político de tomada do Poder totalitário.

O papel da tropa é invertido, em relação a 1975.

Ademais, os métodos de tomada do Poder totalitário são diferentes hoje, em relação a 1975: digamos que os métodos de assalto ao Poder totalitário são hoje menos abrutalhados e mais refinados, com apelos sistemáticos ao sentimentalismo (a tolerância repressiva  do marxismo cultural) e com o apoio incondicional das mulheres, em geral, à causa do politicamente correcto (embora haja excepções de mulheres que confirmam a regra).

Hoje, o perigo do totalitarismo é muito maior, porque em 1975 havia o bloco soviético e os Estados Unidos não queriam Portugal na esfera soviética. Hoje, os Estados Unidos estão se cagando para Portugal: hoje a reacção ao marxismo no Poder tem que ser indígena, e sem grande apoio da CIA e dos “Franks Carlucci”.


O que estamos a viver hoje é um novo tipo de PREC [Processo Revolucionário em Curso]; mas é um PREC da estória do sapo que não se dá conta de que vive no PREC .

sexta-feira, 3 de março de 2017

A Esquerda que se divirta com as utopias, enquanto pode e houver dinheiro da União Europeia

 

A Esquerda que aproveite a maré das utopias: "casamento" gay, adopção de crianças por pares de invertidos, eutanásia, abortar à vontade à custa do dinheiro dos contribuintes, legalização das drogas e da prostituição, etc.. Divirtam-se.

Quando acabar o dinheiro grátis da União Europeia, vai chegar a hora da matança.

Os sinais estão aí, para quem quiser ver. Brexit; a vitória da Marine Le Pen em França vai ditar a quase-certeza da hora da matança.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

O anti-utilitarismo do Partido Comunista

 

O Partido Comunista votou contra a lei das "barrigas de aluguer", na esteira de Karl Marx que dizia que “o utilitarismo é moral de merceeiro inglês”.

bentham

domingo, 17 de abril de 2016

Com António Costa e a geringonça, estamos perante um pré-PREC

 

Quando Paulo Portas e Assunção Cristas afirmaram que o voto útil já não faz sentido depois da geringonça, expressaram talvez um desejo mas não uma constatação de facto. Mesmo que a Esquerda fosse, toda ela, moderada, o voto útil fará sempre sentido. A votação anormal no BE nada mais é do que voto útil.

“(…) o que está em causa é uma tentativa de fazer desaparecer uma das instituições mais antigas de ensino na Europa [o Colégio Militar] com uma longa tradição de serviço ao País”.

Ex-alunos do Colégio Militar são sempre gente com outra postura perante o dever e a sociedade

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O que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista pretendem não é impôr a agenda LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] no Colégio Militar; a agenda LGBT é um meio, e não um fim em si mesmo. Os gueis não passam de um instrumento político. Como escreve Luís Campos e Cunha, trata-se de mais uma (porque já existiram outras) “tentativa de fazer desaparecer uma das instituições mais antigas de ensino na Europa [o Colégio Militar] com uma longa tradição de serviço ao País”.

O ataque ao Colégio Militar por parte da Esquerda não é inédito. E este novo ataque ao Colégio Militar, e à própria instituição militar em geral, só é possível devido à geringonça no Poder que configura uma situação de pré-PREC: há que garantir que a tropa ande submissa e canina: não há nada pior, para o reviralho, do que uma tropa patriota.

Para o cidadão comum, é muito difícil perceber isto. Não entende que, para a Esquerda, os fins justificam todos os meios: vale tudo, até arrancar olhos. Têm uma visão estritamente maniqueísta do mundo e da História; a dialéctica hegeliana e marxista impõe a necessidade constante de se criarem inimigos internos e externos; o mundo é concebido como um perene campo de batalha política que destrói as sociedades — como ficou demonstrado bastamente durante o curto século XX.

O que me espanta é que gente dita “inteligente” (como o José Pacheco Pereira) tenha criticado Passos Coelho e agora apoie a geringonça. Se a crítica a Passos Coelho estava para além da ideologia [porque não estava em causa a austeridade em si mesma, mas a forma de austeridade], o apoio à geringonça é ideologia pura.

Ao contrário do catolicismo, o comunismo não tem doutrina. Enganam-se os que supõem que ele a tem. O catolicismo é um sistema dogmático perfeitamente definido e compreensível, quer teologicamente, quer sociologicamente. O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema — o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós.

O comunismo não é uma doutrina porque é uma anti-doutrina, ou uma contra-doutrina. Tudo quanto o Homem tem conquistado, até hoje, de espiritualidade moral e mental — isto é, de civilização e de cultura — tudo isso ele inverte para formar a doutrina que não tem.

Fernando Pessoa, “Ideias Filosóficas”