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quarta-feira, 1 de setembro de 2021

A Esquerda pretende proibir a tua existência enquanto ser humano livre


A Esquerda pretende proibir as touradas.

tourada-faena-webJá lá vai o tempo (Maio de 1968) em que a Esquerda dizia que “é proibido proibir”; e a proibição das touradas é apenas a ponta do aicebergue: a seguir, a Esquerda irá decidir (por exemplo), por decreto, aquilo que podemos (ou não) comer.

É nisto que consiste o enorme poder das minorias, em uma sociedade permissiva e complacente (a “complacência” é coisa diferente de “tolerância”).

Imaginemos uma família composta por pai, mãe e quatro filhos. Bastaria que a filha mais velha (por exemplo, de 14 anos) assumisse ser uma Vegan fundamentalista, e não tardaria muito tempo até que toda a família seguisse (de uma forma mais ou menos coerciva) uma dieta mais ou menos veganista.

É este o poder fáctico da minoria, em uma sociedade (neste caso, uma família) que perdeu as suas referências tradicionais e históricas.

Porém, a grande vitória da Esquerda (apoiada pelos neoliberais) foi a de tornar obrigatória a inoculação de uma qualquer substância na corrente sanguínea dos indivíduos: hoje é uma vacina; amanhã será uma outra substância qualquer — a partir do momento em que os indivíduos sigam as ordens (de uma minoria) no sentido da obrigação da auto-inoculação de uma qualquer substância, fica instalada a maior tirania que alguma vez foi pensada: Estaline ou Hitler, se vivessem hoje, ficariam extasiados!.

Ninguém é obrigado a ver touradas; mas não te esqueças (nunca!) que o que o Bloco de Esquerda e/ou o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) pretendem, não é apenas proibir as touradas: é sobretudo proibir a tua existência, enquanto ser humano politicamente livre.

quarta-feira, 12 de maio de 2021

Na luta contra o Totalitarismo de Veludo, todos os meios são justificados (para bom entendedor...)

monhe-das-cobras“Por responsabilidade de quem decide, de quem está no espaço público e mediático e do perfil de ligeireza da participação cívica e do exercício da liberdade de expressão, Portugal está a transformar-se num país intolerante.

Intolerante perante a crítica, com crescente agressividade perante a diferença e construção de narrativas inacreditáveis para responder às realidades e desculpar os protagonistas políticos pelas suas decisões, inabilidades e incompetências.

Intolerante perante a diversidade, numa deriva bipolar que consagra direitos de nichos populacionais ou temáticos enquanto pretende proibir realidades que são parte das vivências das comunidades e pilares das economias locais, também com projecções na economia nacional e na coesão territorial.

Ninguém é obrigado a gostar de touradas, a compreender a importância que têm para algumas comunidades e os impactos nas dinâmicas económicas de alguns territórios. Ninguém deveria gerir a coisa pública com base em gostos pessoais, preconceitos e tiques de arrogância urbana pseudo-modernista.

Infelizmente é o que temos na proposta de contrato de concessão do serviço público de rádio e televisão em que se exclui, proibi e segrega a possibilidade de transmissão televisiva de touradas. A manta foi curta para responder às gentes da cultura, mas para exercitar o preconceito não faltou tecido. Como ser um serviço público universal pudesse ser parcial, sectário e eivado de preconceito contra o mundo rural.”

João Galamba


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Uma cultura sem tabus é um círculo quadrado.

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

O esquerdista não aprende com a experiência da História


Uma das características do psicopata é a de que não aprende com a experiência. A esmagadora maioria dos líderes de Esquerda são psicopatas.

Foi assim com os estalinistas, com os nazis, e — mutatis mutandis — continua a ser assim com os dirigentes do Bloco de Esquerda e com a actual direcção do Partido Socialista.

Hannah Arendt demonstrou que “a responsabilidade alargada pelo mundo que a educação assume, implica, como é óbvio, uma atitude conservadora em relação à educação das crianças (ler em ficheiro PDF).

Assine aqui a petição contra a tentativa, por parte dos psicopatas esquerdistas, de restrição etária de participação na cultura tauromáquica portuguesa.

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sexta-feira, 24 de abril de 2020

A lésbica militante Graça Fonseca, e a tauromaquia


“A tauromaquia não é uma questão de gosto, é uma questão de civilização (Graça Fonseca, a Ministra da Cultura socialista, lésbica assumida).

graca-fonseca-tourada-webSe dependesse apenas dos homossexuais de cada época histórica, não haveria sequer civilização.

A homossexualidade é ontologicamente anti-civilizacional, porque a cultura homossexual não favorece a reprodução da espécie.

“A conversa moderna sobre “o sexo ser livre como qualquer outra coisa”, acerca do “corpo que é belo como qualquer árvore ou flor” — ou é uma descrição do Jardim do Éden, ou é um discurso de péssima psicologia da qual o mundo já se tinha cansado há dois mil anos”. (G. K. Chesterton)

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Eu não sei qual é a mais “inculta”: se a cultura que tolera o aborto e a eutanásia , se a cultura que permite as touradas


Uma tal Isabel A. Ferreira — que tem uma série de licenciaturas e PhD's (no nosso tempo, qualquer burra consegue um qualquer alvará de inteligente) — escreve o seguinte acerca da posição de Caiado Guerreiro no que diz respeito às touradas:


« Qual "cultura"? Está a falar de qual "cultura": a CULTA ou a INCULTA?

Sim, porque as touradas pertencem ao rol das "culturas incultas" que, à medida que a civilização avança, vão sendo abandonadas. »


Eu nunca paguei bilhete para ver uma tourada; mas não admito que a Esquerda (que inclui o PSD de Rui Rio e de José Pacheco Pereira: os mesmos que apoiam a legalização do aborto e da eutanásia em hospitais públicos e pagos com os meus impostos) pretenda proibir o espectáculo público da tauromaquia.


Caiado-Guerreiro-touradas


A “cultura culta”, a que se refere aquela troglodita titulada, é a cultura puritana que aborta à fartazana, pressiona os velhos fragilizados para o suicídio legalizado em hospitais públicos … mas pretende proibir a tourada!.

É com esta cambada de indigentes intelectuais que estamos a lidar.

Hoje, o “pecado” dos puritanos secularistas modernos já não é de natureza sexual (como acontecia com os puritanos dos séculos XVI e XVII) : em vez disso, o “pecado” dos puritanos actuais é a “pegada ecológica”, por um lado, e por outro lado é tudo o que negue as teses animalistas de Peter Singer que equipara os animais ditos “sensientes” em geral, por um lado, ao ser humano, por outro lado.

Uma das características dos puritanos secularistas (tal como aconteceu com os puritanos do século XVII) é a tentação de proibir tudo com que não concordem.

Tudo aquilo com que aquela pobre criatura não concorde é considerado por ela como sendo passível de proibição através da força bruta do Estado — com excepção do aborto e da eutanásia, como é evidente, que, segundo os puritanos secularistas, devem ser liberalizados o mais possível.

Os puritanos secularistas têm características emocionais semelhantes às dos puritanos no tempo de Cromwell: o farisaísmo em relação à imposição coerciva da lei, o moralismo exacerbado e exclusivista, e sobretudo o prazer mórbido de apontar os “pecados” àqueles com quem eles não concordam. Ou seja, os puritanos secularistas têm os vícios dos puritanos do século XVII, mas não têm as suas virtudes.

Eu prefiro viver numa cultura com touradas permitidas por lei, mas que respeite a dignidade da vida humana desde a concepção até à morte, do que viver numa cultura que fomente o aborto e a eutanásia ao mesmo tempo que proíbe as touradas.

Eu não sei qual é a mais “inculta”: se a cultura antropológica  que tolera o aborto e a eutanásia (a tal cultura que aquela criatura defende como sendo legítima), se a cultura antropológica que permite as touradas. [não confundir “cultura intelectual” com “cultura antropológica”].

Claro que o argumento de determinados puritanos secularistas espertalhões (como é o caso do José Pacheco Pereira) é (grosso modo) o seguinte:

“Eu também sou contra o aborto: quero construir uma sociedade perfeita, com uma cultura perfeita. À medida em que a civilização avança, o ser humano caminha para a perfeição, transformando-se em deus”.

Este tipo de argumento historicista, vindo do puritanismo secularista actual, é extremamente perigoso porque legitima a censura política sistémica, por um lado, e por outro lado pretende (hoje) justificar assim a limitação drástica da liberdade de expressão.

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A irracionalidade volta a estar na moda; o Iluminismo está defunto e enterrado.

Hoje, as “elites” (da trampa) são absolutamente irracionais; colocam sistematicamente as emoções acima da racionalidade— só que é um tipo de irracionalismo cujos dogmas não têm qualquer autoridade que lhes assista: os dogmas do puritanismo secularista irracional actual não respeitam qualquer autoridade de direito e/ou de facto.


quarta-feira, 13 de novembro de 2019

O puritanismo do grunho José Pacheco Pereira


O problema não é o de o José Pacheco Pereira emitir opinião; não há idiota que não a tenha. O problema é o de evitar que radicais da laia do Pacheco se aproximem do Poder — como está a acontecer hoje com o monhé das cobras no poleiro. Os culpados são o Santana Lopes que guindou o Pacheco (e o Durão Barroso) no PSD; e o Cavaco Silva que lhe aplainou o caminho.


Parece que o Miguel Sousa Tavares enfrentou (anteontem) o Pacheco numa faena de que faz eco este artigo (ver em PDF).

“...choca-me que um homem manifestamente inteligente e na maioria das vezes educado e polido, se tenha ontem transformado, ainda que por momentos, num verdadeiro grunho.”

Tourada-web

JPP-ZAROLHOUm indivíduo que alinha com as teses ideológicas do PAN (Pessoas-Animais-Natureza) não pode ser inteligente: pode ter um “alvará de inteligente” — o que é coisa diferente. Vivemos no país dos alvarás e das cunhas.

Os grunhos andam agora convencidos de que “isto agora é tudo auto-estrada”; “Unidas Podemos”; “até Podemos calar a diferença”; “chegou finalmente o progresso que proíbe”. O arquétipo mental totalitário do grunho marxista Pacheco revelou-se em todo o seu esplendor... porém, o animal nunca me enganou.

O grunho Pacheco — que não gosta de futebol, e que defendeu a ideia segundo a qual a televisão não deveria transmitir jogos de futebol — é o tal que pretende proibir as touradas: estamos em presença de um puritano pós-moderno (neo-gnóstico).

Não há, na tese do grunho, um apelo à lei do mercado: “é o Estado proibir mesmo! Ponto!”.

“A dada altura Sousa Tavares disse e bem que se o toiro de lide não fosse toureado, simplesmente deixava de existir. Ora o Pacheco Pereira, pateticamente, transmitiu que pouco lhe importava o destino dos toiros se a sua existência assentasse no fim tourada.

Portanto o caro amigo está tão, mas tão preocupado com um animal, que prefere que ele não exista, a existir para um fim com o qual não concorde.”

Aplica-se ao grunho Pacheco a seguinte frase de Thomas B. Macaulay:

“Os puritanos detestavam os combates de ursos, não porque esses jogos causassem sofrimento aos ursos, mas porque davam prazer aos espectadores”.

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A Esquerda radical, a dos grunhos marxistas da espécie do Pacheco, são os novos puritanos “protestantes” — os gnósticos actuais e actualizados.

O grande problema do grunho Pacheco é o prazer que a tourada oferece a quem gosta dela.

sábado, 9 de novembro de 2019

Viva a Tourada ! (e bardamerda para o chamado “progresso” puritano!)


« Os puritanos detestavam os combates de ursos, não porque esses jogos causassem sofrimento aos ursos, mas porque davam prazer aos espectadores. »Thomas B. Macaulay 




A tradição pode ser definida como um conjunto das ideias, crenças, instituições e costumes de qualquer colectividade — conjunto esse que não provém de uma codificação escrita ou do Direito Positivo.

Mesmo que fosse verdade — como se escreve aqui — que a maioria da população de Lisboa se manifestasse contra uma determinada tradição inócua (ou seja, uma tradição que não afecte involuntariamente a integridade física do ser humano que nela participe), ainda assim não se justifica a sua proibição política puritana e unilateral.

Quando as forças políticas (a Esquerda) que defendem a proibição das touradas, passarem a defender a proibição do aborto, por exemplo — poderemos eventualmente então estar em início de uma cumbersa profícua e racional.

Entretanto não contem comigo para colaborar com uma das maiores hipocrisias políticas de que há memória em Portugal, que consiste em tentar substituir — na cultura antropológica — um tabu cultural (o tabu do aborto, por exemplo) por outro tabu cultural (o tabu das touradas). Tudo isto se resume a uma tentativa de manipular a cultura antropológica no sentido de desenraizar o ser humano da sua própria natureza — na medida em que uma cultura sem tabus é um círculo quadrado.

Não é racionalmente sustentável que a tradição do “tabu do aborto” tenha sido repelido pela actual classe política, por um lado, e por outro lado essa mesma classe política queira impôr um novo tabu que proíba a manifestação pública da tradição da tourada.

picasso e touros-web

O “argumento democrático” (ou seja, o argumento da “maioria dos lisboetas é contra”, como se Portugal se resumisse a Lisboa!) não é válido.

“A estatística é a ferramenta de quem renuncia a compreender para poder manipular.”Nicolás Gómez Dávila 

vasco graça moura e a tourada webPossivelmente, a maioria dos lisboetas pensa que a carne que consome é fabricada no talho, e talvez essa maioria nunca tenha visto uma horta onde se plantem cebolas ou batatas. O desenraizamento (do lisboeta vulgar) em relação à Natureza não pode ser justificação válida para se proibir uma tradição directamente ligada à actividade e cultura rurais.

As forças políticas (a Esquerda) que actualmente defendem a legalização e normalização da eutanásia, por exemplo, são as mesmas forças políticas que defendem a proibição e ilegalização das touradas — ou seja, o velho tabu da eutanásia é eliminado (na cultura antropológica) em favor da implementação do novo tabu da tourada. É a “substituição cultural” do desenraizamento em relação à Natureza, em pleno “progresso”.

O argumento utilitarista (“o dinheiro que a tourada não rende”) não pode ser justificação racional para se proibir uma tradição. Qualquer pessoa com dois dedos de testa vê isso.

“Duvidar do progresso é o único progresso” — Nicolás Gómez Dávila

Depois vem o “argumento do progresso” — como se o “progresso” fosse uma lei da Natureza. Só um burro defende esta ideia. Basta uma geração de lisboetas desenraizados (ideologicamente radicalizados, e alienados em relação à realidade) para deitar qualquer “progresso” (social ou mesmo científico) pela pia abaixo.

Em bom rigor, só existe progresso na ciência.

Em todas as outras áreas da actividade humana, o conceito de “progresso” deve ser abordado com muitas reservas; e mesmo na ciência, o progresso é estabelecido em função de determinados pontos de referência assinalados epistemologicamente à posteriori.

Por exemplo, eu não considero que a legalização e a banalização cultural do aborto ou/e da eutanásia seja um sinal de “progresso”; em vez disso, penso que se trata de mais um contributo para o triunfo da barbárie na nossa sociedade.

Uma geração de bárbaros (ou de desequilibrados mentais) tomou conta da nossa política. E é esta mesma geração de bárbaros de Lisboa que é maioritariamente contra as touradas.

Bardamerda para o “progresso!”.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Petição contra a alteração da idade para assistir a Touradas


Contra a alteração da idade para assistir a Touradas   Petição Pública


Para Hélder Milheiro, secretário-geral da PróToiro, "a proposta discriminatória que António Costa apresenta é um atentado contra os menores e contra a liberdade parental, querendo proibir os pais de escolherem onde levam ou não os filhos". Ao que acrescenta: "O Governo não é dono dos direitos e liberdades de crianças e pais para proibir as suas escolhas. Está a vender os direitos dos menores e dos pais, numa negociata política para obter apoios parlamentares anti-taurinos. As crianças têm direito à Cultura, como todos os cidadãos, e o Estado está constitucionalmente obrigado a promover esse acesso".

domingo, 27 de outubro de 2019

O Monhé das Cobras vai atacar a tradição da tourada


Do “monhé das cobras” podemos esperar qualquer tipo de “negócio”; o monhé (em geral) é, por natureza, atreito a qualquer tipo de negociação: o monhé é desprovido de espinha dorsal, até vende a sua própria mãe se o negócio for bom.

monhe-das-cobras

« Como se previa e com o resultado das eleições legislativas realizadas no dia 6 de Outubro, a Tauromaquia, irá sofrer alguns ataques vindos da política. Com o aumento dos eleitos do PAN e com um Governo em minoria, as Touradas irão ser alvo de vários debates políticos.

O primeiro ataque aparece no programa de Governo aprovado, este sábado, em Conselho de Ministros, em que para já irá mexer-se na idade mínima para se assistir a um espectáculo tauromáquico,

No programa de governo pode ler-se que se irá “elevar a idade mínima para espectáculos tauromáquicos”.

O Governo de António Costa, que tomou posse este sábado, satisfaz assim com esta medida os parceiros anti-touradas.

Aguardar-se agora uma reacção por parte da Prótoiro.»

Governo de António Costa vai mexer na idade mínima para assistir às touradas

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Os esquerdistas são doentes mentais


Os esquerdistas — sob os auspícios da ONU e com o apoio dos globalistas — andam a ensinar as crianças, nas escolas, que tomar no cu faz bem à saúde; e autoriza a “mudança de sexo” das crianças sem a autorização dos pais...

Mas as touradas é só para maiores de 18 anos!

Touradas para maiores de 18 anos

sexta-feira, 11 de maio de 2018

A hipocrisia puritana do Júlio Machado Vaz

 

Hoje ouvi na rádio pública (Antena 1, rádio do Estado) o Júlio Machado Vaz insurgir-se contra as touradas e, de uma forma implícita, a defender a proibição das touradas — argumentando, por exemplo, que “a tourada não é uma tradição em Portugal porque, de um total de 308 concelhos, apenas em 40 se realizam espectáculos de tourada” (este argumento é o mais estúpido que alguém poderia conceber: como se uma tradição pudesse ser considerada como tal independentemente da cultura antropológica; como se fosse necessário que a maioria dos concelhos de Portugal tivesse praças-de-touros para que a tourada fosse considerada tradição em Portugal.

julio machado vaz webO Júlio Machado Vaz, que hoje ouvi defender publicamente (implicitamente) a proibição das touradas em nome do alegado “sofrimento do touro”, é o mesmo Júlio Machado Vaz que fez campanha a favor da legalização do aborto gratuito pago pelo Estado (ou seja, abortos pagos por todos os portugueses).

Quando se trata do sofrimento de um ser em que já bate um coração, o Júlio Machado Vaz “chuta para canto”, porque entra em dissonância cognitiva, por um lado; e por outro lado porque ele adopta uma agenda política tenebrosa que pretende substituir uma série de tabus tradicionais e seculares por outros tabus anti-naturais.

Neste caso, o Júlio Machado Vaz (e a Esquerda em geral) pretende substituir um tabu tradicional, que eticamente impede o aborto, por um novo tabu que proíbe a tourada (eliminando o tabu do aborto da cultura antropológica). O Júlio Machado Vaz sabe que uma cultura sem tabus é um círculo quadrado; e por isso sabe que é imprescindível substituir os tabus tradicionais por outros tabus que permitam (ou que facilitem) o assalto totalitário ao Poder.

Este fenómeno político e cultural, de que é exemplo o Júlio Machado Vaz, ganhou um nome nos Estados Unidos : Virtue signalling”. Traduzindo em português: “Sinalização de Virtudes”. No fundo, trata-se de um tipo de puritanismo hipócrita que, na esteira cultural da Reforma protestante, se caracteriza por uma “guerra” contra a tradição.

Os esquerdistas actuais são os herdeiros culturais de Lutero e/ou Calvino. “Nietzsche, o grego; Karl Marx, o cristão protestante” (Albert Camus).

« Os puritanos detestavam os combates de ursos, não porque esses jogos causassem sofrimento aos ursos, mas porque davam prazer aos espectadores. »Thomas B. Macaulay 

Esse puritanismo hipócrita, de Sinalização de Virtudes e anti-tradicionalista que esteve sempre presente na cultura europeia cristã através do gnosticismo anti-cristão, evoluiu para o gnosticismo puritano moderno.

Ernest Sternberg, professor da universidade de Bufallo, Estados Unidos, escreveu um ensaio sobre as novas tendências da Esquerda a nível global que crescem actualmente sobre os escombros do marxismo-leninismo. O ensaio tem o título genérico de “Purifying the World: What the New Radical Ideology Stands For”“Purificando o Mundo: O que pretende a nova ideologia radical”.

Ernest Sternberg chama ao novo tipo de esquerdismo (renascido do marxismo cultural) que desponta e se organiza a nível internacional, de “Purificacionismo” (trata-se de uma religião monista !). O nome dado por Ernest Sternberg (Purificacionismo) está intimamente ligado ao movimento puritano inglês dos princípios da idade moderna, que Eric Voegelin descreve com uma minúcia surpreendente na sua obra “A Nova Ciência da Política”.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Vem aí mais uma ofensiva politicamente correcta contra as touradas

 

O Partido Socialista de António Costa prepara-se para uma ofensiva contra as touradas:

“A ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, defendeu hoje a mudança da qualificação jurídica dos animais, considerados "coisas" no Código Civil de Lisboa, para uma definição intermédia "entre a coisa e o ser humano".”

Em primeiro lugar, é falso que no Código Civil os animais sejam considerados como “coisas”: isto vindo de uma Ministra da Justiça é arrepiante! A única menção do Código Civil que faz uma analogia — e não uma comparação — entre um animal e uma coisa é o artigo 1323:

“Aquele que encontrar animal ou outra coisa móvel perdida e souber a quem pertence, deve restituir o animal ou a coisa a seu dono (...)”

TouradaVemos aqui a conjunção adversativa “ou”; “ou uma coisa, ou o animal” — o que significa que não podemos classificar o animal e a coisa em uma mesma categoria.

O que a Esquerda se prepara para fazer é colocar em causa o estatuto do animal enquanto propriedade privada, fazendo com que, na prática, se transforme o animal em propriedade do Estado. E se os animais passam a ser propriedade do Estado, as touradas são proibidas pelo Estado proprietário de uma forma discricionária.

Ou seja, caro leitor: o seu cão não é seu!: é do Estado; e o Estado apenas confia em si no que diz respeito ao tratamento que lhe dá; e se houver uma denúncia anónima e injustificada de maus tratos, você pode ficar sem o seu cão. É disto que se trata.

domingo, 30 de agosto de 2015

O tonto Narciso Machado, e a proibição das touradas

 

“Os historiadores progressistas fizeram o possível para definir “civilização” como uma completa salvaguarda contra cerimónias cruéis. Nada mais falso.

Algumas das culturas mais civilizadas e melhor organizadas da História, como por exemplo Cartago no expoente máximo da sua riqueza, praticavam sistematicamente o sacrifício humano.

A cultura, assim como a ciência, não são protecção contra os demónios”.

(G. K. Chesterton)

Um tonto que dá pelo nome de Narciso Machado defende, no pasquim Púbico, a proibição das touradas (por lei, obviamente); isto numa altura em que a sociedade portuguesa legalizou o sacrifício humano através do aborto pago pelo Estado, e em que uma mulher que mata o seu próprio filho recém-nascido não vai para a cadeia.

Ou seja, todos os argumentos morais do tonto Narciso contra a tourada caem por terra, porque não passa pela cabeça de ninguém — senão pelas dos tontos — que a vida de um boi valha mais do que a vida de um ser humano.

Uma cultura sem tabus é um círculo quadrado.

O que se pretende com a proibição das touradas é a inversão cultural de tabus. Até há bem pouco tempo era tabu matar um ser humano indefeso, mas não era tabu espetar umas bandarilhas num touro.

O que as cavalgaduras como o Narciso pretendem é que passe a ser tabu lidar um touro na arena, mas que deixe de ser tabu matar um ser humano desprotegido — seja através do aborto, seja pela legalização do infanticídio, seja pela eutanásia compulsiva de idosos como já acontece hoje na Bélgica.

É esta a autoridade moral das bestas como o Narciso Machado na reivindicação da protecção dos direitos das bestas.

Ou seja, os filhos da puta (na esmagadora maioria de Esquerda) são contra a tradição das touradas, mas pretendem introduzir na cultura antropológica a “nova” tradição sacrificial do desrespeito pela vida humana. E mais: invocam os Papas da Igreja Católica para legitimar a inversão dos tabus na cultura antropológica. São filhos da puta refinados!

sábado, 2 de maio de 2015

Proibir as touradas em Portugal é um acto de violência que merece resposta violenta.

 

Quando um libertário defende a proibição das touradas, apetece-me logo mandá-lo para a prisão — porque partimos do princípio de que um libertário é amigo da liberdade. E mais grave é quando os libertários se apoiam na máxima de Goebbels segundo a qual “uma mentira mil vezes repetida acaba por ser verdade”: toda a gente sabe que o Estado não financia as touradas, mas aquela gentalha pretende aldrabar o povo seguindo à risca o princípio propagandístico nazi da “mentira credibilizada”.

O Ludwig Krippahl é burro todos os dias; mas parece que ele anda pelos meandros académicos, e se a academia estiver infestada por gentinha daquela laia, temos explicada a decadência da alta cultura em Portugal. Vou explicar por que razão o Ludwig Krippahl é burro, para que a invectiva não seja um mero ad Hominem.

“Mas não é a pertença à cultura que torna algo bom. É precisamente o contrário. O que queremos é incluir na nossa cultura aquilo que nos ajude a ser melhores seres humanos, individualmente e colectivamente. É por isso que vamos mudando a nossa cultura. Proibimos o trabalho infantil em favor da escolaridade obrigatória para as crianças. Proibimos a escravatura e consagramos na Constituição liberdades inalienáveis. Proibimos a discriminação e defendemos a igualdade de direitos para pessoas de todas as raças, credos e sexos. Em vez de alegar que a tourada merece um estatuto especial por fazer parte da nossa cultura, os defensores deste espectáculo teriam de demonstrar que a tourada merece fazer parte da nossa cultura. O que não conseguem porque a tourada é uma barbaridade cruel que até repugnaria a maioria dos aficionados se a vítima fosse outro animal qualquer que não aquele a cujo sofrimento o hábito os dessensibilizou.”

Vamos dissecar este cadáver ideológico.

O “progresso” da sociedade é visto (pelo Ludwig Krippahl) como uma lei da natureza. Só um burro como o Ludwig Krippahl poderia conceber o progresso como uma lei da natureza. Só podemos falar de “progresso” na ciência; em tudo o resto é burrice. Basta uma geração de bárbaros, por muito bem intencionados que sejam, para fazer alterar a lógica de qualquer  “progresso”.

Partindo do princípio de que “o progresso é uma lei da natureza”, o burro vulgar da academia tem a tendência em cair na retrofobia: fobia ou aversão a tudo o que seja antigo, clássico, ou tradicional. E para fundamentar a retrofobia, o burro académico compara ou coloca no mesmo nível de análise, por exemplo, a tourada e a escravatura.

Por outro  lado, o estereótipo do burro académico tende a conceber a “sociedade ideal”, pura e asséptica; e esta sociedade pura e asséptica passa alegadamente também pela proibição das touradas. Estamos aqui em uma espécie de sociedade ideal totalitária da “República” de Platão, em nome de uma concepção puritana da sociedade. Acreditam que a tourada é um mal, e que a sociedade portuguesa sem a tourada seria mais perfeita. O que está aqui em causa é a ideia abstrusa de que é possível uma sociedade caminhando progressivamente para a perfeição.

Por exemplo, o Brasil não tem a tradição da tourada, mas tem mais de 50 mil homicídios por ano; na Bélgica e na Holanda não há touradas, mas a eutanásia já deixou de ser voluntária e passou a ser compulsiva; as sociedades ditas “perfeitas” do norte da Europa — o modelo politicamente correcto dos burros académicos — condenam a tourada, mas consideram o aborto um “direito humano”.

Portanto, temos que partir racionalmente do seguinte princípio: não existem, nem nunca existirão, sociedades perfeitas, e o progresso não é uma lei da natureza.

Se considerarmos válido este princípio, poderemos começar a aprender alguma coisa. Por exemplo, podemos começar a fazer escolhas éticas que sustentem critérios racionais de positividade dos valores em uma cultura antropológica.

Por exemplo, eu prefiro viver em uma sociedade que não proíba as touradas mas que critique o aborto na cultura antropológica — porque considero a vida humana superior ao valor da vida de um boi (parece certo que, para o Ludwig Krippahl, um bovino é equiparável a um ser humano).

Prefiro viver em uma sociedade que não proíbe as touradas do que viver em um outro que as proíbe mas tem a pena-de-morte; ou prefiro viver em Portugal com as touradas do que viver na Bélgica com a eutanásia compulsiva e sem a concordância do idoso. Prefiro viver em Portugal em que a tourada é uma festa da família, do que viver na Holanda onde a família natural vai sendo destruída pelas elites políticas.

Uma sociedade sem tabus é um círculo quadrado. É impossível uma sociedade sem tabus. Por outro  lado, não é possível uma cultura antropológica sem defeitos: não existe (nem nunca existirá) uma sociedade perfeita. A ideia segundo a qual  é possível uma sociedade perfeita só pode vir de um lunático ou de um filho-da-puta que age na política.

Se uma sociedade não pode ser perfeita, temos que ter cuidado com a mudança de tabus e com as engenharias sociais e culturais. Podemos ter a pretensão de criar um “mundo melhor” estando a gerar uma futura sociedade monstruosa, e muitas vezes sem que tenhamos consciência disso.

Portanto, de uma vez por todas, deixem as touradas em paz — porque, de contrário, haverá violência. Proibir as touradas em Portugal é um acto de violência que merece resposta violenta.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

A Catalunha proibiu as touradas; e a arena Monumental de Barcelona vai ser transformada em uma mesquita


A Catalunha proibiu as touradas; e a arena Monumental de Barcelona vai ser transformada em uma mesquita.

monumental-de-barcelona
O emir do Catar pretende investir 2,2 mil milhões de Euros para transformar a arena Monumental de Barcelona em uma mesquita, a maior da Europa, com uma capacidade para 40 mil maomedanos. Irá ser construído um minarete com 300 metros de altura (o terceiro mais alto do mundo, a seguir aos minaretes da mesquitas de Meca e de Medina). A nova mesquita terá também uma madraça e alojamentos para 300 pessoas (por exemplo, pode ser útil para alojar terroristas islâmicos).

A ironia é a de que a Esquerda acabou com as touradas na Catalunha, mas ao mesmo tempo contribuiu para o fortalecimento do Islão — não só na Europa, mas sobretudo na Catalunha. As touradas, que faziam parte do património cultural espanhol e catalão, são proibidas, e o Islamismo, que é uma religião alienígena na tradição europeia e com contornos ideológicos radicais, fortalece-se através das opções políticas da “Esquerda laica” e politicamente correcta.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

sexta-feira, 18 de abril de 2014

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Quero dar os parabéns à Câmara Municipal de Vila Franca

 

A Câmara Municipal de Vila Franca apoia a realização de touradas na praça da cidade. Quero daqui felicitar a Câmara Municipal de Vila Franca por apoiar a arte, a cultura, o turismo e o desenvolvimento económico naquela cidade.

picasso e touros2

sábado, 1 de março de 2014

A ignorância bárbara acerca das touradas

 

Repare-se na estupidificação da nossa cultura actual: as touradas existiram em toda a Europa”.

a ignorancia barbara acerca das touradas
As touradas existem em territórios e culturas europeias marcadas por uma religião antiga que já não existe, ou que se transformou em outras manifestações religiosas: o mitraísmo.

Assim como o carnaval é um fenómeno cultural estranho a muitas zonas da Europa ocidental, assim a tourada é estranha a outras zonas da Europa ocupada pelo império romano.

O que é espantoso é que a tourada seja considerada uma “tradição bárbara” em uma sociedade em que o aborto de seres humanos é permitido por lei. Pretende-se proibir a tourada e liberalizar o aborto: substituir um tabu por outro, porque uma cultura sem tabus é um círculo quadrado.